sábado, 4 de dezembro de 2010

SAUDADES SÃO SEMPRE SAUDADES

Tenho saudades do tempo quando a mãe colocava o lenço sob o nosso nariz e bastava só (nós) fazermos força para sair o ranho.

Tenho saudades quando nós (crianças) matávamos monstros no Game Boy e quando mostrávamos à nossa mãe, ela fingia se interessar, dando-nos um beijo ou na testa ou no cabelo.

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ATENTADO A PORTUGAL (LISTA NEGRA)

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Mas quem é que esta gente é para agora meter-se com Portugal?